Fonte: Reprodução

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O teste do pezinho é um exame feito a partir do sangue coletado do calcanhar do bebê. Ele permite identificar doenças que afetam o sangue. É importante fazer o teste do pezinho em todos os bebês recém-nascidos, uma vez que as doenças identificadas pelo exame não apresentam sintomas no nascimento e, se não forem tratadas cedo, podem causar sérios danos à saúde.

Quem deve fazer o teste?

Todas as crianças recém-nascidas, a partir de 48 horas de vida até 30 dias do nascimento. O ideal, no entanto, é entre o terceiro e o sétimo dia de vida do bebê. Deve-se esperar esses dias porque algumas doenças podem não estar sensíveis ao teste nas primeiras horas de vida do bebê.

O bebê precisa ter sido amamentado antes do exame, pois o leite materno deixa problemas metabólicos do organismo mais evidentes.

 

Como é feito?

Para o teste do pezinho, é coletada uma amostra de sangue a partir do calcanhar do bebê. Com uma agulha pequena, é feito um furo no pé do bebê e são retiradas algumas gotinhas de sangue para análise. O exame é feito no calcanhar porque é a uma região rica em vasos sanguíneos, facilitando a coleta.

Geralmente o bebê chora durante o teste do pezinho, mas as mães não devem se preocupar. O exame é quase indolor, mas a criança acaba chorando por ser uma sensação totalmente nova para ela.

Caso o teste seja feito nas primeiras 24 horas de vida, pode precisar ser repetido uma ou duas semanas mais tarde. Alguns estados rotineiramente fazer dois testes em todas as crianças.

Resultados

O teste do pezinho básico pode dar positivo para essas doenças:

  • Fenilcetonúria – Doença congênita que gera o acúmulo dos aminoácidos chamados de fenilalanina no corpo.
  • Hipotireoidismo congênito – Doença hereditária que impossibilita a glândula tireoide do recém-nascido gerar o hormônio tireoidiano T4.
  • Fibrose cística – Distúrbio hereditário com risco de vida que prejudica os pulmões e o sistema digestivo.
  • Hemoglobinopatias – São doenças genéticas que afetam a hemoglobina. Como exemplos das hemoglobinopatias mais comuns estão a doença falciforme e a talassemia.
Um resultado normal não é garantia de que o bebê não terá problema neurológico ou intelectual. O Teste do Pezinho normal não afasta a possibilidade de ocorrer deficiência mental ou comprometimento neurológico por outras causas, sejam elas genéticas ou adquiridas. Também não diagnostica alterações cromossômicas, como por exemplo, a Síndrome de Down.
É importante consultar o Pediatra que acompanha o bebê sobre todas as doenças pesquisadas no Teste do Pezinho, pois a cada dia surgem novos testes e atualmente é possível pesquisar cerca de 50 doenças, dependendo do tipo de Teste do Pezinho solicitado.
Fonte: http://brasil.babycenter.com/a1500834/teste-do-pezinho

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