Com o pai e a mãe trabalhando fora, cheios de tarefas ao longo de todo o dia, tem ficado cada vez mais difícil fazer refeições em família, principalmente, quando os filhos frequentam a escola em períodos diferentes ou estudam longe de casa. Até mesmo o jantar, durante a semana, está bastante comprometido pelas dificuldades dos familiares em estarem fisicamente juntos.

Foto: Reprodução

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O psiquiatra e educador, Içami Tiba, faz algumas recomendações para as famílias que optarem por sempre fazer suas refeições unidas:

– Não é hora para broncas, mal humores, advertências, ofensas, agressões e cobranças ou quaisquer outros pensamentos, sentimentos e/ou ações negativas;

– É hora de olharem-se nos olhos uns dos outros e posicionarem-se em atitudes de ajuda mútua;

– Fazer da comida os temperos das conversas, para que cada familiar sinta o seu gosto preferido em toda a refeição;

– As conversas devem ser muito mais lembradas do que as comidas, tornando esses jantares o tempero da vida familiar.

Então lembre-se, a refeição não é somente o momento de nutrir o corpo, mas também de alimentar o relacionamento familiar, integrando os seus membros e formando fortes vínculos afetivos entre si. Deste modo, a família pode se tornar uma fonte de prazer e ajuda, e não de uma simples obrigação.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/colunas/icami-tiba/2012/03/21/lacos-familiares-podem-ser-fortalecidos-durante-as-refeicoes.htm


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